Alunos do Colégio Shunji Nishimura são condecorados por desempenho em eventos científicos nacionais


Alunos do Colégio Shunji Nishimura são condecorados por desempenho em eventos científicos nacionais

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, entregou medalhas e certificados aos alunos, que também poderão participar do programa de iniciação científica júnior, do CNPQ.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, participou de uma série de eventos em visita a Pompeia. Entre eles, o astronauta premiou seis alunos do Colégio Shunji Nishimura (CSN) que foram medalhistas na Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) e que participaram da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Na ocasião, Pontes também visitou as instalações da Jacto, o Centro de P&D e a construção da futura fábrica da empresa multinacional de soluções para agricultura com presença em mais de 100 países.

O colégio faz parte do projeto educacional pessoal do fundador da Jacto, o imigrante japonês Shunji Nishimura, a partir da criação da fundação que leva seu nome. Abraçado pelo grupo empresarial, o projeto se transformou hoje num polo educacional que forma pessoas do ensino infantil ao superior.

Incentivo à iniciação científica

Além da condecoração pelo ministro, os alunos do Colégio Shunji Nishimura também foram aceitos como bolsistas de iniciação científica júnior pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência mantida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. São eles: Arthur Mohamad Taha, Iago Amorim Lebron de Lima, Isabela Sallas de Souza, José Eduardo Shigueru Edamitsu, Maria Julia de Oliveira e Sthefany Siqueira da Silva de Freitas Caires.

Em todo o território nacional, foram ofertadas 99 bolsas de iniciação científica júnior. Dessas, seis foram conquistadas pelos alunos do CSN. Os estudantes receberam uma palavra de incentivo do ministro Marcos Pontes, que destacou a importância da bolsa considerando primordial a mentoria que os alunos receberão dos pesquisadores do CNPQ em metodologias científicas, podendo ser utilizadas em diversas áreas de estudo.

Pontes também parabenizou os alunos pela performance e desempenho nos estudos, ressaltando que a bolsa será apenas o início de suas carreiras científicas e finalizando com um relato pessoal, relembrando as palavras de sua mãe para alcançar seus sonhos e propósito de vida: “Você pode ser tudo o que você quiser na vida, desde que estude, trabalhe, persista e sempre faça mais do que esperam de você”.

A diretora do CSN, professora Iolene Lima, comentou que uma das metas do colégio é a excelência acadêmica, ou seja, habilidade que deve ser conquistada por meio de treinamento, muita prática e persistência.

“Nós somos aquilo que fazemos com frequência, portanto, a excelência não é um ato e sim um hábito. Não perseguimos resultados, perseguimos excelência. Os resultados são consequência”, disse a diretora, reforçando os parabéns a todos os alunos e professores envolvidos nos projetos.

Legado educacional

Ao deixar os negócios para a segunda geração, Shunji Nishimura decidiu devolver parte do que conquistou aqui no Brasil através de ações voltadas para a área educacional. Foi assim que em 1989 nasceu a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT) e sua primeira grande atividade foi o Colégio Técnico Agrícola, iniciado em 1982, que formou 26 turmas de técnicos.

Hoje, na Fundação Shunji Nishimura funcionam o Senai, a Fatec e o Colégio Shunji Nishimura. Em um novo espaço recentemente inaugurado, o CSN é uma instituição que há mais de três décadas educa com valores éticos e morais, preparando para a vida alunos de Pompeia e região. Um dos diferenciais do colégio é a adoção da filosofia canadense denominada profound learning (aprendizagem profunda), um modelo educacional que incentiva a autonomia, domínio, inovação e o desenvolvimento pessoal.

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