Bolsas mundiais têm “pausa” após altas, risco fiscal no Brasil e mais assuntos que vão movimentar


Bolsas mundiais têm “pausa” após altas, risco fiscal no Brasil e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

Confira os 5 assuntos mais relevantes para ficar de olho nesta quarta-feira (20/10/2021)

SÃO PAULO – A sessão desta quarta-feira (20) é de estabilidade para os principais índices mundiais, com os futuros dos EUA operando entre leves perdas e ganhos após uma sequência de cinco altas na esteira de um início forte da temporada de resultados do terceiro trimestre de 2021.

Porém, por aqui, o noticiário político que dá o tom. Na véspera, o dia foi de forte queda para o Ibovespa, que desabou 3,28%, e de alta para o dólar, , por conta de notícias de rompimento do teto dos gastos para encaixar um aumento complementar do Auxílio Brasil. O anúncio do Auxílio Brasil foi adiado, mas os riscos do teto ser rompido seguem no radar, inclusive com notícias de que pode haver baixa na equipe econômica se isso se efetivar.

Ainda no radar político, a sessão de votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios na comissão especial da Câmara está agendada para esta quarta-feira. Já o relatório final da CPI da Covid deverá ser apresentado nesta quarta-feira. Confira mais destaques:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos operam perto da estabilidade nesta quarta.

Na terça, o índice S&P avançou 0,74%, em meio a resultados fortes de empresas; o Dow avançou 0,56%, em sua terceira sessão positiva consecutiva, com destaque positivo da Johnson & Johnson e negativo da Procter & Gamble; e o Nasdaq avançou 0,71%. Foi o quinto dia consecutivo de saldo positivo para os três índices.

Na terça, a Netflix divulgou seus resultados relativos ao terceiro trimestre, após o fechamento do mercado. A gigante do streaming adicionou 4,4 milhões de novos assinantes no período, acima da expectativa de adição de 3,84 milhões, segundo estimativas do StreetAccount. A United Airlines também divulgou resultados acima da expectativa após o fechamento do mercado, indicando uma recuperação da demanda por viagens.

Até o momento, 82% das empresas componentes do S&P500 que divulgaram resultados superaram as expectativas, de acordo com dados do FactSet. Entre as empresas que devem divulgar resultados nesta quarta estão Verizon, Biogen, IBM e Tesla.

Com o bom desempenho de terça, o Dow está 0,49% abaixo de seu patamar recorde; o S&P está 0,58% abaixo; e o Nasdaq, 1,78% abaixo.

Ásia

As bolsas asiáticas tiveram desempenhos variados entre si na quarta, após o Banco Popular da China manter a taxa referencial de juros com vencimento em um ano inalterada, em 3,85%, e a com vencimento em cinco anos em 4,65%, em linha com a expectativa de analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters.

Os papéis do Alibaba avançaram, em meio à notícia de que o fundador do Alibaba, Jack Ma, estava viajando à Europa. Ele estava fora dos holofotes havia meses após realizar comentários aparentemente criticando reguladores chineses. Os papéis de incorporadoras listadas em Hong Kong tiveram em sua maioria quedas na quarta, em meio a sinais de desaceleração do mercado de propriedades e dúvidas sobre o desempenho do China Evergrande Group.

Europa

As bolsas europeias se mantêm estáveis em meio ao sentimento fraco nas negociações globais de overnight. O índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, se mantém estável, com resultado negativo de papéis do varejo e positivo do setor de alimentos e bebidas.

O preço do barril de petróleo recua, e o do minério de ferro avança.

Bitcoin

O Bitcoin (BTC) se aproximou na terça de seu patamar mais alto, após o início da negociação do primeiro fundo de índice (ETF na sigla em inglês) dos Estados Unidos ligado à moeda digital, o ProShares Bitcoin Strategy ETF. O ProShares Bitcoin Strategy ETF não investe diretamente em Bitcoin, mas sim em contratos futuros da criptomoeda negociados na bolsa de derivativos de Chicago.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

Dow Jones Futuro (EUA), estável

*S&P 500 Futuro (EUA), -0,01%

*Nasdaq Futuro (EUA), +0,03%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,03%

*Dax (Alemanha), +0,1%

*CAC 40 (França), -0,06%

*FTSE MIB (Itália), +0,42%

Ásia

*Nikkei (Japão), +0,14% (fechado)

*Shanghai SE (China), -0,17% (fechado)

*Hang Seng Index (Hong Kong), +1,35% (fechado)

*Kospi (Coreia do Sul), -0,53% (fechado)

Commodities

*Petróleo WTI, -1,05%, a US$ 82,09 o barril

*Petróleo Brent, -1,06%, a US$ 84,18 o barril

*Sobre o minério de ferro: **O minério negociado na bolsa de Dalian teve alta de 0,5%, a 710 iuanes, o equivalente a US$ 111,01.

USD/CNY = 6,40

2. Agenda

Brasil

14h30: Fluxo cambial estrangeiro

Estados Unidos

8h: Associação dos Banqueiros Hipotecários (MBA na sigla em inglês) divulga seu índice de compras, pedidos de hipotecas e pedidos de refinanciamento hipotecário

11h30: Energy Information Administration (EIA) divulga dados sobre estoques de petróleo, atividades nas refinarias, importações de petróleo e estoques de petróleo, com projeção de alta de 1,857 milhão de barris

14h: Randal Quarles, membro do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc) do Fed, realiza um discurso

15h: Fed divulga o seu Livro Bege

3. Covid e CPI

Na terça (19), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 351, queda de 24% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 381 mortes.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em sete dias foi de 10.900, o que representa queda de 36% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 13.099 casos.

Chegou a 152.032.616 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 71,27% da população.

A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 106.182.830 pessoas, ou 49,78% da população. A dose de reforço foi aplicada em 4.949.007 pessoas, ou 2,32% da população.

Por Fonte: da Equipe Info

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